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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Perfeição no Amor..


Nunca sonhei com alguém perfeito, muito menos quis idealizar alguém assim. Mas algumas pessoas próximas e de muita convivência conseguem alcançar a perfeição com sucesso e sem esforço algum a cada dia que passa. Uma careta, uma piada sem graça ou até mesmo uma paródia mal sucedida; tudo se torna perfeito… As pessoas, o lugar e a situação. Quando se tem amor de verdade não existe nada besta que não se torne perfeitamente imperfeito e inesquecível. Dar valor aos mínimos detalhes é uma arte que muita gente não se lembra de tentar dominar. Aquele joguinho de fazer raiva um no outro, aquele dia em que alguém falou que ia te jogar da escada e até as fotos mais engraçadas que estão impressas no papel ficam apenas na lembrança de poucos. O mais dramático é quando você sente que está tudo no final, tudo acabando e que um dia depois de tanto tempo você terá a lembrança, mas que junto com ela não virá mais a dor da perda de todos esses anos; A dor que te fazia se sentir vivo e que te fazia saber que aquele sentimento estava guardado e doendo no coração de todos que não podiam mais reviver aqueles momentos. O mais dramático também é quando você começa a lembrar com sentimento de conformismo, você se conforma com a perda e simplesmente não sente mais dor alguma… A falta da dor faz você se sentir morto e ter a certeza de que não foi enterrado, mas o sentimento sim. Esse se foi! (canceriangirl,  Andressa Farias)

Pois é ......


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Vai Discutir a Relação ?

Da próxima vez que for discutir a relação, lembre-se de não fazê-lo como se tivesse 4 anos de idade.


Os Opostos - de Anndré , (Prisioneiro da Morte)

 
"O que seria da felicidade sem a tristeza, do amor sem a solidão, do rancor sem o perdão, da morte sem a vida, da sorte sem o azar, da cura sem a chaga, do reencontro sem a despedida, […] O que seria de mim sem você? Ouvi dizer que os opostos se atraem, mas, eles não só se atraem como se completam, se alimentam, se correspondem; Tropecei na vida e acabei encontrando você, e nessa colisão de destinos tudo parou de fazer sentido, e a pouca sanidade que havia, se perdeu com o impacto. Eu sempre tive uma necessidade espantosa de você em mim, mesmo sem saber da tua existência. Você é a medida exata de utopia para minha realidade virada pelo avesso; Tudo em mim que é certo precisa do proibido, todo meu asseio se conforta em algum pecado. E meu peito, rasgado, pede pelo teu abraço, pela tua atenção e pelo teu calor… Pois, agora que te conheci, meu anjo, fica difícil querer viver sem amor."

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Capitulo chamado nós dois — Lucas Rodrigues, LR.

 
"A fumaça saindo da boca, a folha que aos poucos vai se manchando por uma historia de amor marcado por sangue e sorrisos (não necessariamente nessa ordem). O silencio que grita, o coração que dói. Eu. Eu desacreditando do amor. Conto-lhes agora a historia do amor, de um amor que como todos os outros amores (não os dos livros, ou aqueles das grandes telas, mas os amores da vida real) não tiveram um final feliz, ou na verdade nunca tenha começado direito. Conto-lhes a história do meu amor por um amor que não me ama… Novembro, primavera. Nasce um sorriso em meus lábios com nosso primeiro dialogo ridículo, o nosso primeiro ‘oi, tudo bem?’, nasce ali o nosso primeiro contato de certa forma eternizado pelo vento quente, e pelas estrelas que foram testemunhas. Nasceu naquele domingo, testemunhado pela lua, um amor que agora, no inverno dilacera-me. Foi tudo tão perfeito, o começo da amizade, as confidencias e promessas de que um nunca deixaria o outro, Tudo tão puro, tudo tão excepcionalmente perfeito, que até assusta. Mas o amor é assim, certo? Excepcionalmente inadequado, nasce nos dias mais inesperados e te destrói. O amor, é assim que ele é: louco, irregular, ilegível e perfeitamente bom quando não machuca, magnificamente mágico, que faz você acreditar que o para sempre é na próxima semana, que te faz embarcar nos sonhos mais incrédulos. O meu amor por ele não foi diferente, não é diferente. O nosso amor foi assim um dia, devorador de sonhos incrédulos, causador de toda nossa jovem coragem de desbravar o mundo juntos e de mãos dadas, sem ligar para que os joelhos se ralassem, sem ligar para que na velhice a pele estivesse com rugas, apenas se importando com a alma um do outro. Mas não seria diferente com nós dois, não fugiríamos a regra, ou melhor dizendo, nem tentamos fugir a regra. Ele se quebrou, junto com os corações de dois jovens credores da felicidade. Eu, fui egoísta e você também. Dois amores errantes. Eu, o seu amor, que só sabia amar de um jeito. E você, ah você, o meu amor de todas as vidas passadas e futuras que só sabia amar do seu jeito e que não abaixava e nunca abaixará a guarda. Dois estúpidos, dois que um dia se tornaram apenas um. Você e eu, um dia nós. Agora apenas você. Agora, com muita dificuldade de existência, apenas eu. O tic-tac do relógio, a luz forte e as lentes dos meus óculos bifocais, minhas pernas levemente cruzadas e meu corpo cansado. Eu escrevendo sobre o nosso novembro, a primavera. Eu agora afirmando sobre o nosso inverno, nada florido e apenas gélido. Mundo girando sem perder o equilíbrio, mas eu me desequilibrando sem você; sol nascendo todas as manhãs, e eu morrendo aos poucos todos os dias. Casar-se com a noite, esquecer-te e amar apenas a carne dos outros. Deveria abusar da promiscuidade. Deveria, quer dizer que eu não consigo não ser de você. Não consigo ser nem de minha própria autoria. Foi entrega desde o primeiro contato, foi amor até mesmo antes de ser. Foi você, foi eu e fomos nós e agora o ciclo natural das coisas voltam, agora somos apenas um em cada lado, estranhos um para o outro, mentira, na verdade mais honesta, você sempre vai saber do meu sorriso e dos meus olhos, você sempre soube me interpretar antes de todas as outras pessoas, mas agora eu não reconheço-te mais, não sei mais quem é essa pessoa dos olhos vazios e sorriso cheio de ironia. Mas eu ainda reconheço a sua alma, e ela é doce e não essa amargura que você tenta transparecer. A minha voz baixa, não consegue ser maior que esse silencio que me rasga ao meio, mas eu tento, todas noites eu clamo, clamo seu nome e grito que te amo. E essa folha que agora é manchada por nossa história, é apenas mais uma do nosso capitulo chamado: Nós dois."
Capitulo chamado nós dois — Lucas Rodrigues, LR.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Pacha Fetish é nesse sábado. 07.04.2012, espero que seja uma festa com muita vibe e agitação, com decoração bonita e fina, apesar de não ter absolutamente nada no ingresso vip, ao menos decoração seje TOP. Mas ''vamo que vamo'' .



Se tiver um sonho, tente. Você não tem nada a perder. (Destroymylife)
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